Ano de escolaridade : 3.º. Na penúltima aula de inglês numa turma, um aluno (D.) não fez nada do que lhe disse. Pedi-lhe a caderneta a meio da aula para eventualmente escrever um recado - que só escreveria no fim da aula, se o trabalho continuasse por fazer. O trabalho ficou por fazer. Então, quando já tinha mandado a turma sair, abri a caderneta para começar a escrever. O D. ficou um bocadinho para o desesperado , com os olhos em lágrimas. Ao que parece, quando os pais leram um recado do professor titular, zangaram-se a sério com ele [o filho - convém esclarecer, da maneira que as coisas andam... Abençoados pais!] e ele [D.] não queria realmente levar outro recado. Ao ver o miúdo tão desesperado, pensei duas coisas: - Se eu não escrever o recado, ele vai ficar a pensar que basta fazer um choradinho para a professora de inglês não escrever para os pais - por consequência, vai continuar a portar-se mal e a não fazer o que lhe mando... - Pode ser que, ao não escrever o recado,...